domingo, 7 de dezembro de 2008

Um Crime Americano

Um crime americano baseado em uma história verídica ocorrida em Indiana, E.U.A, em 1965, demonstra os fatos ocorridos sobre a brutalidade, violência e tortura até chegar ao homicídio de Sylvia Likens (16 anos), uma jovem que passa por experiências terriveis durante a estadia numa casa desconhecida, onde foi deixada juntamente com sua irmã por seus pais enquanto estavam fora durante uma temporada do trabalho, " um circo", ironia ou não mais enquanto os pais desta jovem estavam preocupados em "divertir" as pessoas em troca de dinheiro suas filhas estavam correndo perigo e não sabia que a mais velha estava enfrentando os seus ultimos momentos da forma mais cruel que poderia suportar até que o corpo e o cansaço psicológico não a permitiram viver mais. Percebe-se vários fatos e detalhes da desestruturação de várias vidas envolvidas na história e temas como abandono, solidão, inveja e religião são retratados. Até hoje depois de assistir a esse filme, fico a me questionar como os pais poderiam abandonar suas filhas e entregá-las a uma estranha com sete filhos e que não possuia uma vida adequada nem muito menos confortável. E ainda me pergunto como aquela mulher pôde cometer tantas crueldades a uma única pessoa e como outros, adolescentes e crianças vendo a jovem Sylvia naquele estado puderam ainda assim, serem tão brutais com ela, ao invés de denunciar, foram cúmplices, e não era um ambiente fechado como o ocorrido nos filmes " o nevoeiro" ou "ensaio sobre a cegueira" foi um ambiente totalmente aberto onde jovens como ela entravam e saiam, cometiam crimes e iam embora como se nada estivesse acontecendo e no julgamento deste caso declararam que não sabiam o porquê de terem agido daquela forma. Me pergunto... Onde estariam os vizinhos? Quem eram estes vizinhos? Poderia contar com eles? Acho que não! E o mais impressionante disto tudo é que o que ocorreu foi real ou talvez até pior do que o retratado no filme. Isto nos leva a indagar novamente a força destruidora do ser humano e certas capacidades humanas que muitos alegam não saber o motivo que às levam a agirem desta forma. Até onde o medo de socorrer alguém pode levar a circunstâncias tão graves como o ocorrido, será preciso tornar-se cúmplice ou a verdade podia vir à tona. A inveja ou a falta de uma estrutura psíquica ou financeira, justificaria uma agressão a uma inocente ou digamos uma pessoa que não lhe vez nada para poder ser revidado ou vingado e poder ser usado isto como justificativa para o crime realizado? Como nós humanos somos tão cegos e injustos!
Juliane Figueiredo 07/12/2008

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O que há em comum nos filmes "O nevoeiro" e "Ensaio sobre a cegueira"


O filme " O nevoeiro" baseado na obra de Stephen King (famoso por suas histórias de suspense e terror numa linguagem própria e singular) e " Ensaio sobre a cegueira" baseado na obra do escritor José Saramago, nos permite refletir sobre a capaciade humana em meio as dificuldades de um ambiente fechado e sem conforto ou comida, sem proteção, sem regras ou leis onde as diversas crueldades podem surgir, vir a tona e de fato ser capaz de causar impacto tanto nos leitores como nas plateias do cinema. Se duvidamos ainda que nós humanos somos apenas seres que aprendemos a ser civilizados e nos adequamos a cultura inserida, já está na hora de ter a certeza, pois o que esses dois filmes nos mostram é que não só somos capazes de realizar coisas e decidirmos algo que jamais em outras circunstancia fariamos, como também nos faz concluir que não nos conhecemos nos momentos mais dificeis em nossas vidas e do que realmente seríamos capazes de fazer. Temas como familia, ralacionamento, dignidade, respeito, orgulho, preconceito, rancor, ódio, amor, traição, civilização, higiene, poder, religião, fanatismo, julgamento, individualismo, antecipação, egoísmo, estrupo, roubo, entre outras tantas formas são apresentadas e discutidas de forma a impressionar quem lê ou assiste pois nos leva a perceber de forma cruel algumas capacidades humanas e as variadas formas de se lidar com os problemas apresentados. Se achamos que não fariamos coisas como as acontecidas no nevoeiro, como matar o proprio filho, ou fazer holocaustro de um inocente por influencia fanática, ou não ajudarmos a jovem mãe a buscar seus filhos, como também em ensaio sobre a cegueira, onde você deixaria sua esposa ser estuprada em troca de comida, ou mataria uns aos outro por divisão de classes ou hierarquia, não cometa o erro de se vangloriar de sua perfeita educação ou consciência dos direitos humanos, pois seu estilo puritano de ser pode um dia vir a ser abalado por ocasiões imprevistas e então você se dará conta de que não se conhece de fato.
Juliane Figueiredo 01/12/2008

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Refletindo

" Nada acontece duas vezes da mesma maneira" As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (The Chronicles of Narnia: Prince Caspian)
“Adeus nem sempre significa o fim. Algumas vezes significa um novo começo“. Um beijo roubado (My Blueberry Nights)

Refletindo

Pensemos nisso........ O Paradoxo do Nosso Tempo - George Carlin
" Nós bebemos demais, fumamos demais, gastamos sem critérios, dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e rezamos raramente.Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos. Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. Limpamos o ar,mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito;escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos menos. Estamos na era do'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno;lucros acentuados e relações vazias.Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre. Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira (o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... Ame muito.Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro. O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado. "

sábado, 21 de junho de 2008

Viva la Vida (Novo álbum do Coldplay)

Coldplay bate recorde com dez anos na América.
Os Coldplay tornaram-se a primeira banda britânica em dez anos a liderar a tabela de singles na América, graças a «Viva La Vida». Finalmente nossa querida banda nos mostra um pouco do que será o novo álbum "Viva la Vida". O Coldplay vendeu 316 mil cópias de Viva La Vida nos EUA logo em seu primeiro dia de lançamento em terras norte-americanas. O novo disco - cuja faixa que dá nome ao álbum estreou em primeiro lugar no Top 100 de singles da Billboard - foi lançado nos EUA na última quarta-feira dia 18/06/2008.
PS: E o resultado realmente valeu a pena!! Não tinha dúvidas! Um rock alternativo que se mostra cada vez mais irreverente num estilo próprio não convencional, que nos faz vibrar e nos envolve com seus novos arranjos e batidas de tirar o fôlegoooo! Y Vamos viver la vida! Que es tan estupenda! huauhuau! Principais Singles: Viva la Vida e Violet Hill e para mim acrescento ainda Cemeteries of London!

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Apenas uma Vez

“Falling Slowly”, tema do filme irlandês “Once”, venceu o Oscar 2008 de Melhor Canção Original. A seguir, você confere a letra dessa romântica música, composta e interpretada por Markéta Irglová e Glen Hansard - que também protagonizam a película. A canção é marcante e mostra como é possível se apaixonar aos poucos, lentamente, sem nem se dar conta disso - combinando bastante com a história de “Once”. Para ouvir de coração aberto.
Música, Letra e Interpretação: Markéta Irglová e Glen Hansard
I don’t know you
But I want you
All the more for that
Words fall through me
And always fool me
And I can’t react
And games that never amount
To more than they’re meant
Will play them selves out Take this sinking boat and point it home
We’ve still got time
Raise your hopeful voice you have a choice
You’ve made it now Falling slowly, eyes that know me
And I can’t go back
Moods that take me and erase me
And I’m painted black
You have suffered enough
And warred with yourself
It’s time that you won Take this sinking boat and point it home
We’ve still got time
Raise your hopeful voice you had a choice
You’ve made it now
Falling slowly sing your melody
I’ll sing along

Refletindo

" As pessoas gostam de esconder o que sentem, e isso retarda o crescimento do espírito, e muito em breve seus ouvidos mortais não poderam mais ouvir sua alma voando ao vento, querendo alçar vôo na vida.Tem que ousar! Entendeu? Não vai se sentir inteiramente vivo até fazer isso." Mistérios do Passado (Till Human Voices Wake Us)

Minha Série: Fallout

  Uma boa série apocalíptica do jeito que geralmente prende a minha atenção: guerras, lutas morais nas relações humanas, redenção, exagero, ...